Infestado pelo COVID eleitoral:
Sem pautas Republicanas, propostas e projeto claro à nação, a ideologia bolsonarista, que não se encaixa em nenhum estatuto partidário do Brasil e nos preceitos da Constituição Federal, dá sinais claros de estar contaminada por uma espécie de "covid" eleitoral com respirador mecânico.
Aliados e até apoiadores da linha de frente emitem gestos práticos claros em mostras que o bolsonarismo está em decomposição.
O governador de São Paulo - Tarcísio de Freitas, ex ministro, foi um dos primeiros a dizer basta, não é isso que o Brasil precisa! A senadora Damares Alves arruma assento para Michelle Bolsonaro senadora eleita, (com divergências pessoais com Flávio), já parte para outra agremiação - fora do PL.
As notícias e análises de especialistas são praticamente unânimes em aplaudir o gesto da classe política que apoiou Flávio Bolsonaro, ao repudiar as atitudes negacionistas, como: não aceitar o resultado das urnas, a fuga da Polícia Federal e publicação da carta com vies golpista...
As atitudes dos políticos que tendem abandonar o bolsonarismo são vistas como crescimento político, mesmo tendo apoiado Flávio, agora viram-lhe as costas ao ver os Bolsonaros "pisar na bola" mais uma vez. Ao entender que: os planos e práticas dos Bolsonaros não são saudáveis para a democracia e ao Brasil.
Líderes evangélicos como Silas Malafaia e Edir Macedo, também manifestam disposição para romper com os Bolsonaros por ações práticas incoerentes, contra a legislação brasileira, contra a democracia e, ainda; Edir Macedo rebate manifestando discordância do uso do slogan "Deus pátria e família" como marca do bolsonarismo.