Não há mal que dura para sempre:
Não sou eu quem diz, é voz corrente entre as lideranças políticas nacional, a afirmação do fim do bolsonarismo.
Entre outros, o ex-presidente do partido Novo João Amoêdo afirmou nessa quarta-feira (28) que a saída de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) do Brasil e a divulgação de uma carta em que o senador se declarou inicialmente “o verdadeiro presidente eleito do Brasil” representam o fim do bolsonarismo.
Em publicação nas redes sociais, Amoêdo criticou a postura do então candidato após a derrota e defendeu a construção de uma alternativa política sem as lideranças que apoiaram o senador.
“A fuga de Flávio e o manifesto divulgado por ele não deixam dúvidas: o sucessor de Jair enterrou o bolsonarismo.
A hora é de construirmos uma alternativa para o Brasil, e não será com as lideranças políticas que apoiaram Flávio”, declarou.
A carta - piada de mau gosto:
Flávio afirmou que o Brasil vive um “regime de exceção”, acusou integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF) de perseguição política e alegou fraude eleitoral, sem apresentar provas. Após a repercussão, mudou o texto e passou a se definir como “líder do Brasil”.
Quatro milhões, quatrocentos e trinta mil votos, foi a diferença entre a vitória de Lula e a derrota de Flávio. Lamentos de inconformismo são natural para quem perde, o choro é livre. Flávio a exemplo do pai perdeu para ele mesmo.
O que Flávio não tem modéstia para fazer, é apresentar decência Republicana e descer da sua arrogância peculiar para reconhecer que o culpado pela derrota foi o egoísmo e o ranço do bolsonarismo, a sua postura irresponsável, infantil, regada de mentiras nítidas e comprovadas, (segue mentindo), seu despreparo e a infinidade de pechas negativas pela podridão do seu próprio currículo na vida pública.
Questão de tempo para ser preso e deportado ao Brasil para prestar contas.