O povo escolheu a democracia e a paz:
A mensagem das urnas foi clara e direta, se o Conservadorismo - (direita) quiser voltar a ser competitiva e relevante para o Brasil deve fazer uma autocrítica urgente.
Terá que romper com o extremismo, o radicalismo truculento denominado bolsonarismo, que ontem registrou a marca de covardes, "respeitar a bandeira nacional", abandonar o golpismo, o projeto de poder de pessoas, de uma família.
Apresentar propostas reais à nação, projeto Republicano.
A robusta reeleição do presidente Lula não foi apenas a vitória de um partido, de um candidato carismático e que já faz parte da história contemporânea brasileira. Foi, acima de tudo, um recado claro e direto das urnas: "o país saturou-se da política do ódio, do negacionismo e do extremismo".
Um recado contundente à direita brasileira, que nos últimos oito anos abriu mão do seu ideário liberal para se tornar refém do bolsonarismo, um modelo pessoal, chulo, rasteiro.
Os setores conservadores (melhor, reacionários) abdicaram das suas ideias, desprezaram quadros históricos e abandonaram propostas econômicas sérias para seguir um projeto pessoal de poder, baseado em ataques às instituições, em fake news, na arrogância com o confronto permanente.
O resultado está aí. O povo brasileiro, enojado desse modo de fazer política com ódio, reafirmou a escolha na democracia, na previsibilidade, na paz e na continuidade de um projeto de nação, com preservação ambiental, soberania, onde os setores mais desfavorecidos da sociedade tenham respeito, voz e vez.