"Comício no altar":
As conotações de comícios político partidários em cultos evangélico, já é uma realidade no Brasil, que dribla a própria justiça eleitoral, o (MP) Ministério Publico eleitoral no quesito ilegal da campanha antecipada. Existe até nome que identifica esse modelo, ou sistema político, inegável. Especialistas são taxativos em dizer: "o sistema político no Brasil poderá ser em breve, o evangelistão".
O que é evangelistão?
É um termo pejorativo, porém sociopolítico utilizado para descrever um suposto futuro, uma tendência clara do Brasil se tornar um país "teocrático", onde valores, leis e pautas são deliberadas em favores dos interesses das religiões evangélicas, que passam a dominar a política e a sociedade.
O termo combina "Evangelho" + "tão", (sufixo de nação, como Paquistão, por exemplo.
O culto do Silas Malafaia com Flávio Bolsonaro NÃO foi fé.
Foi demonstração de força do sistema pretendido.
Influência sendo construída no altar, com o uso do santo nome em vão.
E isso não é exclusivo.
Virou método.
O partido Republicanos.
A conexão com a Igreja Universal não é detalhe - é engrenagem.
E o centro passa pelo Bilionário Edir Macedo.
Templo vira base eleitoral.
Discurso vira voto.
Fé vira ativo político.
Quando funciona…
político corre pra dentro.
No Paraná:
Alexandre Curi foi para o Republicanos.
Mudança de fé…
ou estratégia política?
E o “marreco” Sérgio Moro do PL da família "cristã"?
Já entendeu o jogo.
Porque no fim:
quem orienta a fé, puxa comportamento.
quem puxa comportamento, puxa voto.
E o fiel?
Vira só número, igual cabeças de gado no confinamento ou a pasto.
FINAL…
Política + religião, quando se misturam,
não libertam.
Escravizam - com voto, fé, obediência, alienação, submissão, ignorância e miséria - para facilitar o domínio.
É um novo modelo de escravidão, sem senzalla e, o feitor de terno fino, gravata cara, bíblia, sem chicote, disfarçado de pastor e fala em salvação da alma, pois o corpo do escravo morrerá na indigência, física e principalmente mental.
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"A sirene da PF soterrou o sonho":
A (PF) Polícia Federal bateu nas portas do Senador Ciro Nogueira PP/PI - em Brasília e no Piauí, na Operação Compliance Zero, que apura fraudes no Banco Master. A suspeita é de R$ 18 milhões em propina para defender interesses da instituição, via depósitos mensais e negócios empresariais.
O caso atinge em cheio Ciro Nogueira, onde mais dói?
Presidente nacional do PP, ele era peça estratégica para a campanha em 2026, apesar de já admitir publicamente que a vice do PL estava distante. Agora, virou passivo radioativo para uma chapa que tenta vender combate à corrupção enquanto carrega o sobrenome Bolsonaro e o fantasma das rachadinhas, escândalo Master...
O sonho de ser candidato a vice presidente na chapa com Flávio Bolsonaro PL, para o operador central da campanha do 22 foi soterrado pelo barulho das cirene da PF.
A relação com o Master não parece periférica: Ciro Nogueira atuou contra uma CPMI de unhas e dentes, defendeu ampliar a cobertura do (FGC) Fundo Garantidor de Crédito para ajudar o banco e apoiou a compra do banco pelo BRB. Se os R$ 18 milhões seriam por serviços prestados” Sobrevivente de muitas tempestades, desta vez Ciro encara uma com mandado, CPF e a PF na porta sem ser convidada. Entre as apreensões, 27 mil dólares em espécie no colchão.
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Na Casa Branca:
Em Washington o presidente do Brasil da aula para o mundo, na humildade, simplicidade, carisma e simpatia, muda o protocolo da reunião com Trump, que fica sorrindo com ar de encanto.
Muitos acham que Lula é um presidente “vazio”, sem estratégia, sem pedigree político… mas o que aconteceu ontem na Casa Branca mostrou exatamente o contrário.
Enquanto muita gente esperava aquele teatro tradicional de câmeras, coletiva gigante, frase ensaiada e disputa de narrativa, Lula fez o mais simples - e talvez o mais inteligente: silêncio estratégico.
Nada de abrir tudo para imprensa. Nada de transformar reunião diplomática em reality show político.
A lógica parece ter sido clara:
“Trump posta lá na rede social dele dizendo que foi tudo ótimo com o dinâmico presidente do Brasil, eu satisfaço os jornalistas com o básico… e o que realmente interessa fica entre nós.”
Dessa vez foi coerente com a sua história, o presidente dormiu na embaixada do Brasil em Washington, nada de hotel de luxo.
Bem diferente da sua estada em Hanover na Alemanha onde se hospedou no Kastens Hotel Luisenhof "5 estrelas superior", foi muito questionado com perguntas como: "a burguesia é socialista, ou os socialistas são burgueses?
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