R$ 80. Milhões:
A inauguração da ponte em Guaratuba, batizada pelo governo do Paraná de Ponte da Vitória, deu mídias aos pré candidatos a governador, da situação e até o adversário Moro na pura cara de pau, meteu óleo de peroba em abundância e pegou carona nas câmeras pagas pelo Palácio Iguaçu.
E a ponte? Vem com muita controvérsia no custo - licitada por R$ 330. Milhões de reais, está sendo muito questionado o aditivo de mais R$ 80. Milhões. Muita água vai passar embaixo da dita ponte para o esclarecimento e, claro, a tentativa de convencimento à sociedade, que não houve nenhuma "pegadona" para bolso estranho o dinheiro público.
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Agronegócio moderno:
A entrada em vigor do acordo entre o Mercosul e a União Europeia é um marco significativo.
O agronegócio brasileiro, modernizado e competitivo, se posiciona para explorar o mercado europeu com tarifa zero para 82% das exportações, enquanto a indústria nacional enfrenta a urgência de se adaptar a um cenário global.
Esse acordo muda a dinâmica de preços e exige que a indústria nacional se modernize, beneficiando ao consumidor e elevando os padrões brasileiros de governança ambiental.
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Nível brasileiro:
Um vendedor ambulante foi preso em flagrante na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, após tentar cobrar (R$ 1.800,00) Hum mil e oitocentos reais, por uma caipirinha, de um turista estrangeiro que aguardava o show da cantora Shakira.
A prisão ocorreu durante operação da Secretaria de Ordem Pública (Seop), o homem foi autuado pelo crime de extorsão na 12ª DP.
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Humanidade pode ser extinta em 50 anos, alerta físico.
Um dos maiores físicos da atualidade fez um alerta que está tirando o sono de muita gente: para ele, a humanidade pode ter apenas mais 50 anos de existência caso nada mude de forma radical. Anthony Hewish, vencedor do Prêmio Nobel de Física em 1974 por suas descobertas revolucionárias sobre pulsares, afirma que nossa espécie está caminhando para um ponto crítico, impulsionada por escolhas desastrosas em ciência, tecnologia e política.
Segundo Hewish, o ser humano vem utilizando o conhecimento científico não para promover equilíbrio, mas para acelerar um colapso global. Ele aponta que nossas decisões coletivas estão criando um cenário em que a própria sobrevivência da espécie entra em risco, tanto pelo impacto ambiental quanto pelo uso irresponsável de avanços tecnológicos. A combinação de armas de destruição em massa, mudanças climáticas e incapacidades diplomáticas podem ser decisivos para o fim.