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Odor de esgoto afeta o conforto no Palácio, pelo racha que expõe fragilidade de liderança e o PSD PR opera no modo “cada um por si”.
Odor de esgoto afeta o conforto no Palácio, pelo racha que expõe fragilidade de liderança e o PSD PR opera no modo “cada um por si”.
Por Administrador
Publicado em 17/01/2026 08:23
EDITORIAL
Odor de esgoto afeta o conforto no Palácio, pelo racha que expõe fragilidade de liderança e o PSD PR opera no modo “cada um por si”.

Odor de esgoto afeta o conforto no Palácio, pelo racha que expõe fragilidade de liderança e o PSD PR opera no modo “cada um por si”.

O PSD do Paraná resolveu antecipar o clima eleitoral e já vive, em pleno 2026, um verdadeiro “salve-se quem puder”. O racha interno virou guerra declarada e escancarou aquilo que aliados cochicham há tempos: falta pulso, sobra improviso na condução política do governo.

No centro do campo, embora com apito na mão, está o governador Ratinho quase sem controle do jogo parece ter optado por uma saída honrosa — ou conveniente. Com o governo praticamente entregue à própria sorte, a aposta agora é o Senado, deixando o Paraná em abril e tentando, de camarote, fazer malabarismo entre Guto de um lado e Curi do outro. Missão difícil até para quem já tem prática em equilibrar pratos. 

Rafael Greca com experiência para emprestar, visionário, já procura outra sigla para registro do seu nome na disputa ao governo, sua credibilidade pessoal lhe dá tranquilidade por saber claramente que Rafael Greca é Rafael Greca independente da sigla partidária, que é mera formalida cartorial e abstrata. Concreta é a densidade eleitoral do tri ex prefeito curitibano.

A estratégia de Ratinho é clara: sair antes que o fogo se alastre de vez e torcer para que, no vácuo do poder, algum herdeiro político sobreviva à briga interna. O problema é que, até agora, ninguém conseguiu vestir a faixa de sucessor com autoridade — e o governador também não mostrou força para impor um nome.

O resultado? Um PSD rachado, candidaturas se estranhando, aliados desconfiados e um governo que termina mais preocupado com futuro pessoal do que com o legado do governo. Nos bastidores, a aposta é alta: Ratinho Jr. pode até se eleger senador, mas fazer sucessor… essa continua sendo a grande incógnita.

Enquanto jora em abundância o chorume de esgoto no escândalo caixa dois SANEPAR, o partido segue em guerra pisando descalço nas grimpas das araucárias, o eleitor; assiste de fora observando para definir o voto entre Rafael Greca, Sergio Moro ou Maurício Requião.

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