Banalização da vida:
40.775 mortes violentas em 2025.
O anuário brasileiro de segurança pública tem registrado 40.775 mortes violentas no Brasil em 2025, números superiores à outras estatísticas como mortes no trânsito 6.044 com 72.483 acidentes, números que sem dúvidas, nos assustam.
A questão nesses resultados passa pela forma como as autoridades e a sociedade estão olhando para isso, "(como fosse algo normal)", a verdadeira "banalização social da vida", tragédia vista como normalidade.
Um debate para atitudes práticas urgentes e indispensável, sob pena da situação ficar totalmente fora de controle, a exemplo de redutos geográficos completamente dominados pelo crime como forma de governança, a lei de quem mata mais.
O porte ilegal de armas é nítido, não temos estatísticas por ser clandestino, então oculto, mas sob estimativas podemos afirmar que cerca de 80% das pessoas do sexo masculino usam armas de fogo.
As pessoas de bem, desarmadas, conscientes dessa realidade carregam grande temor, precaução constante para a sua própria segurança pessoal e patrimonial, vivendo em estado de alerta permanente, pois a qualquer momento o cidadão de bem pode ser assaltado, executado e ou ter seus bens roubados, uma realidade clara da inexistência do estado, das forças de segurança.
Agregado à essa monstruosidade entra a sobrecarga ao SUS, que poderia ser evitada e preservado os atendimentos, custos à prevenção, tratamento das doenças e moléstias inevitáveis.
A quantidade de vidas perdidas pela violência descontrolada poderiam ser preservadas, se fosse aplicado outro foco, com política prudêncial responsável em favor da vida das pessoas contribuintes, vistas ser o dever dos governos, omissos em soluções.
A falta de atitudes dos governos prioritariamente através da "educação firme, eficaz" e em segundo plano a segurança preventiva, nos levou a realidade atual.
A banalização da vida.