Político de estimação:
Com as campanhas eleitorais em exposição, o que mais chama a atenção são os eleitores, lideranças e até autoridades que tem "políticos de estimação".
Cidadãos que adquirem esse comportamento passam a agir fora de todos os princípios e da finalidade das eleições na democracia, se tornam unidade da "MANADA", seguem a tropa sem saber para onde vão, não lhes importa saber para onde irão.
"Político de estimação" é uma expressão popular pejorativa para descrever o eleitor que defende um político de forma cega, incondicional e fanática, justificando ou ignorando erros, escândalos, atos de corrupções cometidos pelo político.
O eleitor que adota político de estimação, apoia como quem apoia um time de futebol, sem aceitar críticas à figura pública...
Qualquer falha do político de estimação é minimizada, negada ou justificada com argumentos passionais.
O cidadão sob "amor sem limites" ao político de estimação, deixa de cobrar transparência, fiscalizar o poder, a real função, e votar por resultados, age com uma postura de torcedor fanático manipulado, completamente alienado, fora da realidade.
A independência para a escolha dos representantes, é fundamentada no direito do livre arbítrio idôneo é o pricipal critério para analisar, comparar, para saber votar no que é realmente necessário, indispensável e comprometido para a conjuntura constitucional. É saber escolher o "menos pior".
"A diferença entre um cidadão consciente e um FÃ, pode definir o futuro da cidade, estado e do país".