Pelo menos um dos jabutis que trepam em árvores morreu.
Um dos fenômenos institucional inexplicável, acabou. Ufa!!
Juiz "do direito" que cometia crime - infração grave no cargo podia ser “punido” com aposentadoria compulsória.
Traduzindo do juridiquês para o português: inves de cadeia como para qualquer criminoso, juízes saiam de férias remuneradas pelo resto da vida, "bancadas por quem paga imposto".
O sujeito traía a toga e ainda saía com contracheque garantido até o fim da vida.
Uma verdadeira punição prêmio.
Um tipo de responsabilização que só faz sentido em um país acostumado a tratar erro de gente poderosa como desvio administrativo e erro de pobre como caso de polícia, quando não de necrotério sob o argumento de que reagiu a prisão e houve troca de tiros. Kkk...
Esse arranjo indecente para os juízes, ao menos em tese, acabou.
O (STF) Supremo Tribunal Federal decidiu, por unanimidade, manter a decisão do ministro Flávio Dino: infrações graves cometidas por magistrados devem levar à perda do cargo, e não mais à aposentadoria compulsória, férias com remuneração eterna, como punição máxima.
Dino fez o óbvio - o que, no Brasil, muitas vezes exige coragem institucional. Para ele, punições aplicadas a quem viola deveres graves não podem ser transferidas à sociedade.
Afinal, do ponto de vista do cidadão comum, era exatamente isso que acontecia: o contribuinte seguia pagando a aposentadoria de quem havia cometido irregularidades sérias no exercício da magistratura, como por exemplo venda de sentenças entre outros...
Pelo menos minimza parte, as indecências fabricadas no Brasil "INDECÊNCIAS MADE IN BRAZIL".
Palavras ao vento e conversas pra boi dormir:
O Governo Ratinho Junior PSD admitiu que não tem dinheiro e as promessas aos prefeitos não serão cumpridas, serão apenas PALAVRAS de mentiras, teatros, eventos, pompas com prefeitos bancados com dinheiro dos impostos dos mortais contribuintes.
Enganações e mentiras institucional.
A pegunta é: o governo Ratinho pensou que estava enganando quem e por que?
Em troca de apoio político?
Se era isso, errou o cronograma do calendário, as eleições ainda serão em outubro.
