"Uns choram, outros vendem lenços":
A frase pode ser aproveitada para os que choram rever suas posturas e posicionamento político, a hora do voto é decisiva e fatal, omissões e covardias - o passar do tempo não perdoa, devolve com juros altíssimos a própria negligência, canalhice...
Depois, no decorrer dos anos reclamar, até do vento e da chuva, nada resolve, os que fazem do título de eleitor um objeto de comércio nas eleições local, normalmente são os que rejeitam até a chuva e seus efeitos. Assim seguimos...
*****
Ratinho nas eleições:
A movimentação sinaliza uma estratégia mais ativa no cenário político, com foco em fortalecer aliados e influenciar a disputa no Paraná.
O governador avalia a possibilidade de se licenciar do cargo para atuar diretamente nas eleições do sucessor e senador do estado.
Nos bastidores, a decisão é vista como peça-chave para o direcionamento das eleições no Paraná.
*****
A massa é soberana:
Ontem dia 29/04/26, 42 Senadores votaram contra a indicação do advogado Jorge Messias, evangélico, para ser ministro do STF Supremo Tribunal Federal, 34 Senadores votaram favoráveis. O resultado é histórico.
O recado foi duro, evidenciando prioridade de interesses pessoais, preteridos os interesses Republicanos.
O governo não vai virar esse jogo apenas com negociação de gabinete, jantares político e aceno ao mercado financeiro - leia banqueiros.
A bala de prata de Lula/PT é uma só: resgatar a mística da militância e lançar a palavra de ordem “todos às ruas”.
Hoje quinta-feira (30), o Congresso tende a derrubar o veto de Lula ao projeto da dosimetria, que pode aliviar penas de condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro.
Na sexta-feira (1º), o Dia do Trabalhador pode ser a virada.
Povo nas ruas muda o cálculo de deputados, senadores "que precisam das massas nas urnas", banqueiros e donos de mídias que publicam só o que é pago, não informações reais.
Sem a massa, o governo corre o risco de enfileirar novas derrotas nos gabinetes.
Há quem diz com otimismo: com políticos, banqueiros e donos de mídias pagas; Lula negocia. Com o povo é possível governar.
