Copel, a pior do Brasil:
Entre os 26 estados e o Distrito Federal, a Copel ficou exatamente na 27ª colocação entre as distribuidoras de grande porte no ranking nacional de qualidade da Aneel.
É o fim da fila e isso diz muito sobre o que estão fazendo com a energia no Paraná.
O indicador usado (DGC) "Desempenho Global de Continuidade", mede exatamente aquilo que a população sente na prática: quantas vezes a luz cai e por quanto tempo ficamos no escuro. Mesmo com média de 7h17m sem energia em 2025, o estado segue abaixo da média nacional no desempenho geral.
Tentam justificar dizendo que “atingiram a meta” da própria Aneel (até 8h15m por ano). Mas vamos ser diretos: cumprir o mínimo não é sinônimo de qualidade. Estar em 27º lugar mostra que o serviço está o pior do país.
Enquanto a empresa discute metodologia, quem vive a realidade sabe: interrupções constantes, prejuízo para quem trabalha, insegurança nas casas, nas escolas, na vida das pessoas.
Depois da privatização, o resultado aparece:
piora no ranking, serviço instável e lucro garantido para acionistas.
Energia não é mercadoria.
É direito.
Sem resposta da Copel pela ineficiência, o caminho para os consumidores é juntar provas dos respectivos prejuízos e cobrar via judicial, + dano moral, sucumbência aos honorários de advogados e custas judiciais.
Não às propostas e planos:
Enquanto muita gente acha que a eleição presidencial vai ser decidida em discurso bonito e propostas reais, nos bastidores o jogo é bem mais simples:
achar a fraqueza do adversário
repetir até grudar na cabeça do eleitor.
No caso de Flávio Bolsonaro, a equipe de Lula já decidiu qual vai ser o alvo principal: a falta de experiência no Executivo.
Traduzindo...
A estratégia é pintar Flávio como: alguém que nunca governou nada, sem experiência como prefeito ou governador
e, portanto, sem preparo pra ser presidente.
E o rótulo que querem colar?
“aventureiro” “sem capacidade técnica”.
Sim… é esse o nível do jogo, ou desnível?
E por que isso importa tanto?
Porque Flávio cresceu nas pesquisas e virou:
principal nome da oposição, herdeiro direto do bolsonarismo na disputa.
Ou seja… virou alvo prioritário.
Como Lula pretende explorar isso?
A campanha deve fazer um contraste bem direto:
de um lado:
Lula com histórico de governo (3 mandatos).
Do outro:
Flávio com carreira mais legislativa (deputado, senador).
E repetir a mensagem até cansar:
“um sabe governar”
“o outro nunca governou”
Simples. E funciona.
E tem até munição emocional no pacote.
Nos bastidores, aliados ainda cogitam relembrar episódios antigos, como:
o momento em que Flávio passou mal em debate,
pra reforçar a ideia de “fragilidade”.
Política brasileira sendo… política brasileira.
E o Interesse republicano?
"Não interessa"!!!!
Resumo do jogo
Lula vai bater na falta de experiência de Flávio
Vai vender isso como falta de preparo.
No fim, não é sobre propostas e trabalho para a nação.
É sobre narrativa.
Porque eleição no Brasil raramente é decidida sobre plano de governo para a nação e seus mortais.
Comício eleitoral:
Prefeitos do Paraná receberam convite do Governador Ratinho Junior PSD para participar de uma partida de futebol neste sábado (25), a partir de 9h30 na fazenda Ubatuba, em Apucarana - propriedade que é da família do governador e bastante usada também para reuniões políticas.
No convite, o governador fala num grande encontro entre amigos, com direito a futebol, churrasco e boa conversa. Além da "prefeitada", deputados estaduais e federais, secretários de Estado e lideranças, foram chamados para a “pelada”.
A boa conversa, deve girar em torno da eleição para o Palácio Iguaçu e ao Senado Federal. É esperada uma “preleção do técnico” Ratinho para os prefeitos aliados com as táticas e estratégias para vencer os adversários na eleição.
Em campo, o governador vai escalar seus dois “artilheiros”: Sandro Alex Pedágio PSD escolhido para a sucessão ao Iguaçu, e Alexandre Curi PSD - que vai em busca de uma cadeira no Senado no pleito de 2026. A ideia é que o “time Ratinho” jogue unido em prol de Alex e Curi. Não há, por hora, informações sobre a convocação de Cristina Graeml PSD para "o jogo".
Uma ausência é certa: Guto Silva PSD. Ele que gosta de uma “pelada” e até então era tido como o camisa 10 de Ratinho optou por sair dos holofotes e dedicar um tempo para a família depois que foi preterido por Alex Pedágio PSD na corrida ao governo do Paraná.