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Curtas
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Por Administrador
Publicado em 27/04/2026 07:41 • Atualizado 27/04/2026 07:45
Curtas.
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Menos dois no comício:

 

Duas lideranças importantes não foram na festa do governador, Guto e Greca, no sábado (25) na fazenda Ubatuba do Ratinho, foi uma grande festa. 

O pretexto para o comício foi o aniversário do governador. 

O churrasco reuniu cerca de 300 prefeitos, deputados, vereadores e um bando de assessores. Serviu para consolidar Sandro Alex PSD - (que o povo colou o pseudônimo de "Pedágio"), como candidato a governador e Alexandre Curi a senador. 

 

Duas ausências foram notadas: Guto Silva, o homem mais próximo do governador nestes sete anos e quatro meses de mandato. Outro que não apareceu foi Rafael Greca, que sofre retaliações palacianas por querer ser candidato a governador.

Guto era, até há poucos dias, o candidato do governador Ratinho Júnior à própria sucessão. Deixou de sê-lo, de uma hora para outra, sem explicação pública nenhuma.

Logicamente, isso machuca qualquer pessoa. Ainda mais, um amigo próximo, como era o caso do Guto com Ratinho Júnior.

 

Guto saiu de cena. Em silêncio. Foi para a Europa com a família como um simples cidadão e não como uma autoridade que era até há um mês atrás. 

O poder é baseado em interesses. A busca por um cargo relevante provoca mudança de caráter, de valores raros, como a amizade, o pode acabar com laços verdadeiros. É o que Guto está sentindo. 

Ele ainda digere a traição imposta pelas pesquisas. Sabe que lhe atribuíram denúncias, algumas graves; outras, meras fofocas. Mas como lado frágil, pode ser o Cristo desse governo.

 

Já o Greca, está em campanha aberta, se libertou do Ratinho Júnior e seus maus conselheiros, segue carreira solo, mudou de partido - do PSD para o MDB - está no jogo sucessório, com um histórico de bons serviços gigante, está fazendo bonito nas pesquisas eleitorais. 

Pode ser a salvação do Paraná, decisivo para evitar uma tragédia anunciada ao estado - sob o "parcial" ex juiz Moro.

 

                      *****

 

Só acabou com a festa:

 

O mais recente atentado contra Donald Trump ocorreu durante um evento oficial em Washington, no sábado a noite (25/04/26), quando disparos foram registrados nas proximidades do jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca com o presidente.

 

O principal suspeito foi detido, identificado como Cole Allen, um homem de 31 anos, natural da Califórnia. 

Ele possui formação em engenharia mecânica e também atuava como professor e desenvolvedor de software, com envolvimento na criação independente de videogames. 

Unformações indicam que ele havia concluído recentemente estudos avançados na área de ciência da computação.

Não fez curso de mira, este é o terceiro atentado falho em função da má pontaria, as outras foram em julho e setembro 2024.

 

Segundo as investigações iniciais, Allen estava armado com diferentes tipos de armas e tentou acessar áreas próximas ao evento onde estavam autoridades do governo. 

Ele foi contido pelas forças de segurança antes de conseguir atingir o presidente ou outros participantes. 

Durante a ação, ao menos uma pessoa ficou ferida, mas sem gravidade.

As autoridades acreditam que o suspeito agiu sozinho, e até o momento não há evidências de ligação com organizações extremistas ou grupos terroristas. 

 

A motivação do ataque ainda está sendo investigada, a rejeição ao presidente é explícita em pesquisas.

Outro ponto que chamou atenção é que o atirador estava hospedado no mesmo hotel onde o evento acontecia, o que levanta questionamentos sobre possíveis falhas nos protocolos de segurança e controle de acesso.

O caso é tratado como mais um episódio dentro de uma sequência recente de ameaças e tentativas de ataque contra Donald Trump, a insatisfação dos cidadãos são conhecidas, aumentando as preocupações com o nível de revolta e violência política nos Estados Unidos.

O episódio gerou pânico generalizado no ambiente.

 

                 *****

 

The End/Fim:

 

O Tribunal Superior Eleitoral manteve a inelegibilidade do ex-deputado federal Deltan Dallagnol após analisar o caso relacionado à sua saída do Ministério Público Federal. A decisão reforça entendimento de que a exoneração ocorreu enquanto havia processos disciplinares em andamento, situação que impede candidaturas por até oito anos, conforme a legislação eleitoral. O documento do TSE, datada de 16/04/2026, foi publicado onde encontra-se várias irregularidades também do ex-juiz suspeito Sergio Moro enquanto magistrado de primeira instância na Operação Lava Jato. 

 

As informações constam do processo relatado pelo ministro Benedito Gonçalves no TSE, que examinou os fatos à luz da Lei de Inelegibilidade. O caso já havia resultado na cassação do registro de candidatura de Dallagnol em maio de 2023, quando o tribunal considerou que ele não atendia aos requisitos legais para disputar as eleições.

 

O entendimento adotado se baseia no artigo 1º, inciso I, alínea “q”, da Lei Complementar nº 64/1990, que foi ampliado pela Lei da Ficha Limpa. A norma estabelece que integrantes do Ministério Público podem se tornar inelegíveis quando deixam o cargo durante a tramitação de processos que possam resultar em sanções como perda da função.

A decisão mantém os efeitos da legislação eleitoral sobre o caso e reafirma o entendimento do tribunal sobre a aplicação das regras da Lei da Ficha Limpa em situações envolvendo membros do Ministério Público.

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