A razão da rejeição:
A percepção de que o presidente Lula (PT) se envolveu ou é conivente com a corrupção é a razão de rejeição para 85,9% dos eleitores que declaram não ter intenção de votar no petista de jeito nenhum e, a desaprovação ao governo de Jair Bolsonaro (PL) tem o mesmo efeito para 84,4% daqueles que rejeitam o voto em Flávio Bolsonaro (PL) para Presidência da República, como motivo.
Os dados são da pesquisa “Raízes da Rejeição“, divulgada pelo instituto Atlas Intel e pela consultoria Arko Advice na quarta-feira, 1º.
O objetivo do levantamento é identificar os motivos por trás dos altos índices de aversão dos brasileiros às principais lideranças políticas do país.
Vai dar errado?
A disputa pelo Senado em Santa Catarina evidencia desafios internos para o campo bolsonarista. Enquanto o senador Flávio Bolsonaro lidera nas intenções de voto presidenciais no estado, Carlos Bolsonaro ex vereador Carioca (PL-RJ) enfrenta resistência do eleitorado local. Pesquisa do instituto AtlasIntel, divulgada na quarta-feira (01), mostra o ex-vereador carioca atrás na corrida, com apenas 18,3%, enquanto Carol De Toni (PL) lidera com 30,7%.
O senador Esperidião Amin (PP) aparece em segundo lugar, com 20,1%,. Também disputam as duas vagas ao Senado o ex-deputado Décio Lima (PT), com 13,4%, e o vereador Afrânio Boppré (PSOL), com 9,7%. Brancos e nulos somam 5%, e 2,8% não souberam responder, mostrando cenário competitivo para 2026.
A pesquisa avaliou ainda primeiro e segundo voto, além da imagem dos candidatos. De Toni mantém 63% de aprovação, enquanto Carlos Bolsonaro "lidera rejeição", com 53,6% negativa. Metade dos eleitores vê sua candidatura como “oportunismo político”, prática prioriza interesse pessoal e não compromisso com o estado Catarinense.
Terceira via:
Com a escolha de Ronaldo Caiado pelo PSD que se vinculou aos Bolsonaro facilitando a eleição para Lula PT. Cresce dentro do Cidadania discussão sobre filiar Eduardo Leite para viabilizar sua candidatura à Presidência, com possível conversa com Aécio Neves PSDB.
O governador do Rio Grande do Sul ainda mantém o mandato, mas aliados buscam garantir espaço para uma terceira via.
O prazo para deixar o cargo e mudar de partido finda dia 04 sábado.