Guerra Comercial:
Rancheiros dos EUA Acusam a JBS de Entrar no País com Capital de Corrupção.
O que isso significa para o Brasil?
Rancheiros americanos foram ao Congresso dos Estados Unidos acusar a JBS — controlada pela família Batista e maior processadora de carne do mundo — de ter entrado no mercado americano com capital oriundo de corrupção.
A acusação conecta diretamente a expansão internacional da empresa com os escândalos de propinas que marcaram sua história no Brasil. No mesmo momento em que a JBS tenta consolidar sua presença nos EUA, a J&F enfrenta investigações no Brasil pelo caso Master, conexões com o resort de Toffoli. A guerra comercial tem nome, endereço e histórico judicial.
Entreguista:
O Senador Flávio Bolsonaro PL RJ - em gesto e prática de subalterno, utilizando o palco do CPAC no Texas sábado 28/03 ofereceu os recursos estratégicos do Brasil aos interesses dos Estados Unidos, em uma fala caracterizada por submissão, o filho 01 pretenso candidato a presidente do BR. Adiantou que: "as terras raras do Brasil, minerais essenciais para tecnologia e defesa, sejam entregues aos USA para manter a supremacia americana".
Para analistas, a fala do Senador, não apenas fere a nossa soberania nacional - como coloca o Brasil no satélite dos desejos de Washington.
Onde estamos? Foi muito mal de Senador!
30% volta:
No esgoto da roubalheira há mais uma modalidade curiosa: mostrar o milagre sem dizer o nome do santo, nunca ninguém sabe o tamanho da quadrilha de gente importante, para a vítima não se tornar réu é um passo - melhor não dar nomes, preferem só sinalizar com o cheiro dos dejetos sem apontar o local da lagoa do chorume.
Mas, há quem responde como se tivesse sido citado em letras garrafais. Desta vez, o lago improvisado e com odor horrível trás deputados do Paraná com um número mágico no meio do lodo: 30%.
A frase no ar, dessas que não têm CPF nem endereço, mas têm efeito de rojão em festa de interior. Diz que tem gente cobrando “30% já lavados”, de prefeitos sobre liberação de recursos para municípios. Não diz quem. Não precisa. Acusação vaga é como perfume forte: espalha rápido e sempre tem alguém que vê e sabe tudo, mas esconde a caneta.
Há também os que se fazem de desinformados, e passam o papel higiênico pedindo votos para tais, ajustando a carapuça na cabeça.
Até aqui, tudo dentro do script das lavanderias...
Cheiro dos cavalos:
O General João Baptista Figueiredo, foi o último presidente da ditadura militar no Brasil 64/85, governando entre 1979/85. Seu mandato foi marcado pela transição política e pela promessa de “fazer do país uma democracia”, mas também por um perfil pessoal explosivo e declarações que geravam reações imediatas na opinião pública. O general frequentemente demonstrava impaciência com a imprensa e com as cobranças populares, utilizando uma linguagem direta e, por vezes, agressiva para expressar seu descontentamento com as funções do cargo.
Entre as frases mais icônicas atribuídas ao ex-presidente está a afirmação de que preferia o “cheiro de cavalo” ao “cheiro do povo”, dita em um contexto de exaltação ao seu hobby - hipismo.