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PREFEITOS E DEPUTADOS DAS REGIÕES OESTE E SUDOESTE DO PARANÁ ESTÃO NO RANKING DA CORRUPÇÃO.
PREFEITOS E DEPUTADOS DAS REGIÕES OESTE E SUDOESTE DO PARANÁ ESTÃO NO RANKING DA CORRUPÇÃO.
Por Administrador
Publicado em 09/01/2026 18:39 • Atualizado 09/01/2026 20:00
POLITICA
PREFEITOS E DEPUTADOS DAS REGIÕES OESTE E SUDOESTE DO PARANÁ ESTÃO NO RANKING DA CORRUPÇÃO.

PREFEITOS E DEPUTADOS DAS REGIÕES OESTE E SUDOESTE DO PARANÁ ESTÃO NO RANKING DA CORRUPÇÃO.

Uma mega operação atinge pelo menos 89 prefeitos no Paraná e desvenda esquema que desviava milhões de verbas públicas para shows. As notícias sobre a investigação são diárias e a sociedade aguarda ansiosa a divulgação da lista nominal dos CORRUPTOS e CORRUPTORES.

A investigação é de grande envergadura conduzida pela Polícia Federal (PF) e pelo (Gaeco) Grupo Especial de Combate ao Crime Organizado, que desmonta um sofisticado esquema de corrupção que desviou recursos de emendas parlamentares para a contratação de shows artísticos em municípios do Paraná. 

Considerado um dos mais abrangentes do estado, o inquérito já levou às denúncias de 89 prefeitos e se estende agora à deputados, vereadores, promotores de eventos e artistas.

De acordo com as apurações, que tramitam sob sigilo na PF, na Procuradoria-Geral da República (PGR) e no Tribunal de Contas da União (TCU), o modus operandi seguia o modelo da “rachadinha”. Parlamentares indicavam emendas, cujo volume hoje superam os investimentos diretos dos governos federal e estadual em alguns municípios e, em seguida, negociavam com prefeitos o retorno de uma comissão ilegal de até 25% do valor liberado.

O foco central do esquema era a destinação de verbas milionárias para shows, atividade permitida por lei, mas que, na prática, teria servido como fachada para a roubalheira. A fragilidade nos mecanismos de fiscalização é apontada como um dos fatores que permitiram a propagação das irregularidades.

As investigações começaram após a análise de repasses feitos por deputados das regiões SUDOESTE e OESTE do PARANÁ, revelando um padrão de desvios que mobiliza diversas instâncias de controle. O caso expõe ainda como a concentração de recursos via emendas pode abrir brechas para a corrupção organizada, quando não acompanhada de transparência e auditoria.

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