Indústria nacional?
Escravidão, o Brasil é mesmo dos brasileiros?
O que acontece de fato em Camaçari (BA):
O (MPT) Ministério Público do Trabalho, resgatou 163 chineses na BYD que estavam em condição análoga à escravidão em 2024. Eles tinham sido trazidos pela terceirizada Jinjiang com vistos "irregulares", passaportes retidos pela multinacional e alojamento precário,
(1 banheiro para 31 pessoas). Depois a BYD, a Jinjiang e a Tecmonta fecharam acordo de "R$ 40 milhões com o MPT".
O governo (do Brasil), autorizou 2.850 profissionais chineses para trabalhar na BYD no Brasil. (A Reuters - agência de notícias), apurou que em 2025 eram cerca de 1.580 estrangeiros só na unidade de Camaçari.
O que o governo da Bahia diz, que o acordo com a BYD exige no mínimo 70% de mão de obra local e em 2025 eram 4.409 empregos diretos e terceirizados, sendo 93% brasileiros.
O outro lado - o vice-presidente da BYD Brasil, Alexandre Baldy, diz que é rotatividade alta: os chineses ficam 90 a 120 dias no país para transferência de tecnologia e treinamento, porque a fábrica foi montada do zero em cima da antiga Ford.