Arma é contra a vida:
O porte de arma, legal ou clandestina torna automaticamente a pessoa violenta, agir por impulso e cometer homicídio.
De (2003 a 2023) 760 pessoas foram assassinadas por conflitos políticos no Brasil. Prefeitos, vereadores, ativistas, lideranças locais, 60% delas não ocupavam cargos ou eram candidatos na hora que morreram.
A estatística mostra que a disputa mais comum não é o embate nacional entre lulismo e bolsonarismo, mas sim local. Contrato público, posse de terra, poder de prefeitura em cidade pequena.
O que piorou esse cenário foi a arma. Mais clube de tiro, mais gente armada apartir de 2019, mais "solução" à mão pra resolver o que era disputa institucional. Inclusive pra quem mata por encomenda.
O estado emocional do momento, com o mínimo desequilíbrio psicológico, a posse da arma emite o sentimento de superioridade, de fazer a lei com as próprias mãos, inclui por exemplo, homicídios no trânsito que não estão nesses números.
Das 1.568 mulheres mortas em 2025 por feminicídio 47% = 737 foi por armas de fogo.
O histórico mostra que a arma é sem dúvidas um incentivo ao homicídio, devido a disposição da arma o diálogo racional é altamente prejudicado, um fator de preocupação. Por razões como estas é tão urgente regular o acesso e circulação de armas.