Impossível gostar daquilo que não conhece:
A ausência de validação técnica faz com que opiniões sem embasamento possam tentar ganhar o mesmo valor que informações qualificadas.
A isenção de informações reais forma o vazio cognitivo e dificulta a seleção do que é realmente essencial para o saber e, sem saber não há como explicar.
A frase popular "ninguém gosta daquilo que não conhece" (frequentemente associada ao pensamento clássico de Santo Agostinho sobre amar o que se conhece), reflete como a falta de familiaridade gera distância, preconceito ou medo.
O interesse e o afeto genuíno nascem da interação, do contato e da convivência.
O que é estranho ou desconhecido costuma ser julgado pela imaginação ou pelo medo. Julgar algo sem vivenciar ou "estudar" gera opiniões superficiais e rejeições precipitadas.
Assim é frequente ao observarmos manifestações completamente descabidas, sobre diversos temas: música, arte, política, meio ambiente, economia, pessoas públicas, candidatos, entre outras.
Pessoas sem conhecimento mínimo cometem gafes bizarras, por exemplo: as de Flávio Bolsonaro candidato a presidente, na entrevista, globo 28/08/26: "CONFUSÃO VERBAL generalizada, miséria cognitiva - falta de domínio dos temas", além do mal estar físico ao vivo.
Simplificando exemplo: uma senhora se dizendo cristã, ostentando a bandeira de Israel, (judaísmo) - em passeata lembram?
Perguntada; por que a bandeira de Israel? Respondeu: "são cristãos como eu".
O absoluto atestado de ignorância, desconhecimento.