Um bagual foi convidado pra ir num culto…
não sabia como funcionava… foi pilchado e levou um chimarrão.
O homem chegou sério, respeitoso…
mas já entrou com a térmica debaixo do braço como quem não larga um filho.
Sentou no banco, quietinho… olhando tudo…
mas a mão já tava no automático:
ceva, sopra, toma um gole… e observa.
Até aí, tudo sob controle.
Em certo momento, o pastor mais empolgado gritou:
“AMÉM, IRMÃO!”
O bagual, sem nem pensar duas vezes, respondeu no reflexo:
“Aceita um mate tche"?
A igreja ficou em silêncio por uns 3 segundos…
aquele silêncio pesado…
…até alguém dar uma risada no fundo.
Pronto:
O pastor perdeu
perdeu o controle.
O bagual achou que tava enturmado, 'no rancho'. se levantou e mandou:
“Bueno… então vamo se organizá que o mate não pode esfriá.”
Em poucos minutos, já tinha gente em volta aceitando “só um golinho”…
e o clima virou praticamente um encontro de galpão.
Testemunhas afirmam que o auge foi quando ele perguntou sério:
“Tu é doce ou amargo?”
E ouviu de volta:
“sou novo aqui…”
E respondeu:
“Não perguntei da tua vida, perguntei do mate.”
O pastor ainda tentou retomar a ordem…
mas já era tarde.
No final, o bagual saiu feliz da vida…
e largou essa na saída:
“Lugar bueno barbaridade! … Só faltou me avisar antes, pra trazer mais erva.”
