Uma reportagem da BBC News Brasil revelou denúncias de assédio sexual feitas por alunas de escolas cívico-militares no Paraná. Meninas relataram toques inadequados e comportamentos abusivos praticados por policiais que atuavam dentro das escolas. Os casos estão sob investigação e correm em segredo de Justiça, mas acendem um alerta grave sobre a presença de militares no cotidiano escolar.
Essas denúncias reforçam o que alertamos desde o início: militarizar escolas não é política de educação, é risco. Desde a implantação desse modelo bolsonarista no estado, pelo governo de Ratinho Jr., afirmamos com firmeza que escola precisa ser espaço de cuidado, aprendizagem e proteção. Quem educa é professor. Disciplina não pode significar medo, silêncio ou violação de direitos.
A defesa da educação pública, democrática e segura é uma pauta central do nosso mandato. Seguimos em alerta e acompanhando de perto os desdobramentos dessas denúncias, que infelizmente vêm se tornando recorrentes. Proteger crianças e adolescentes é prioridade absoluta. Escola não é quartel.
