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Sem saída por fartura de provas, Mendonça vira alvo de bolsonaristas após despachar PF contra Ciro Nogueira.
Sem saída por fartura de provas, Mendonça vira alvo de bolsonaristas após despachar PF contra Ciro Nogueira.
Por Administrador
Publicado em 08/05/2026 10:19
Curtas.
Sem saída por fartura de provas, Mendonça vira alvo de bolsonaristas após despachar PF contra Ciro Nogueira.

Ou o ministro “desembarca do bolsonarismo ou ele acabará respondendo por crime de responsabilidade”, diz perfil – TÁ NAS REDES

 

IMAGEM: No Palácio do Planalto, o então ministro da Casa Civil do Governo Bolsonaro, Ciro Nogueira, ao lado de André Mendonça, que fora indicado pelo então presidente à candidatura de uma vaga no Supremo Tribunal Federal |15.10.2021| Foto: reprodução CNN Brasil

 

Após o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) despachara a Polícia Federal em realização de um mandado de busca na residência do senador Ciro Nogueira, o magistrado teria virado alvo de bolsonaristas, segundo o deputado federal Elvino Bohn Gass (PT-RS).

 

Segundo o parlamentar, Mendonça “virou alvo da milícia bolsonarista” porque “autorizou a Polícia Federal fazer buscas nos endereços de Ciro Nogueira atrás de mais provas da ligação do ex-ministro de Bolsonaro com a máfia do Master“

 

Para Bohn Gass, “Mendonça não tinha saída“, pois “a PF já está recheada de provas“.

 

Dito isso, perfis nas redes sociais reagiram à explicação do deputado petista. “Agora ele vai sentir o que anda sente, mas então quer dizer que quem recebia os 300mil de mesada não era o “Lulinha ” era o tic tac Ciro Nogueira. O mundo não gira, capota“, escreveu o perfil Adely.

 

Consciente do dever de que o ministro deve possuir notável saber jurídico e reputação ilibada para compor a Corte máxima de Justiça do Brasil, outro perfil, 13Kabullozzo, afirmou que, “ou André Mendonça desembarca do bolsonarismo, ou ele acabará respondendo por crime de responsabilidade“.

 

A quinta fase da Operação Compliance Zero investiga repasses mensais de R$ 300 mil, que teriam aumentado para R$ 500 mil, provenientes do banqueiro Daniel Vorcaro.

 

Os pagamentos ocorreriam através de empresas associadas a Vorcaro e à família Nogueira, com trocas de mensagens confirmando a continuidade dos repasses.

 

A investigação também revelou outras vantagens indevidas, como uso de mansão de luxo, viagens internacionais e um cartão de crédito.

 

Além disso, Ciro Nogueira apresentou uma emenda que beneficiava diretamente o Banco Master em troca dos benefícios recebidos.

 

A defesa do senador negou qualquer ilicitude, indicando que está à disposição da Justiça.

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