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Ki-suco promete ferver na ALEP com prestação de contas de Ratinho Júnior
Ki-suco promete ferver na ALEP com prestação de contas de Ratinho Júnior
Por Administrador
Publicado em 24/02/2026 10:42
POLITICA
Ki-suco promete ferver na ALEP com prestação de contas de Ratinho Júnior

O secretário da Fazenda, Norberto Ortigara (PSD), vai encarar uma sessão que promete ser quente na Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP), nesta terça-feira (24), às 14h30, quando a pasta apresenta formalmente os dados do cumprimento das metas fiscais do 3º quadrimestre de 2025. O Blog do Esmael transmite ao vivo a partir das 14h30, com foco no que os números revelam e no que tentam esconder.

A audiência pública tem título oficial de prestação de contas, mas o clima promete ser de cobrança política do governo Ratinho Júnior (PSD). A oposição quer amarrar a apresentação do caixa a um tema que dói nos municípios: convênios prometidos em agendas, com secretário em visita, vídeo gravado, discurso de obra, e pouca garantia no orçamento e na execução.

O pano de fundo é simples. A Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) obriga a demonstração e avaliação das metas em audiência pública até o fim de fevereiro, maio e setembro, e o rito serve justamente para expor a distância entre anúncio e entrega.

No Centro Cívico, a pergunta que corre pelos corredores é outra: quanto do investimento é obra paga e quanto é promessa empenhada para depois. Em português claro, a audiência tende a girar em torno de execução, cronograma e “restos a pagar”, a herança contábil que costuma estourar no colo do próximo governo quando a política muda.

A Sefa vai apresentar o Relatório de Gestão Fiscal do 3º quadrimestre de 2025 e também os resultados consolidados do ano de 2025. Ortigara estará acompanhado do diretor-geral Luiz Paulo Budal, além da equipe técnica que sustenta os quadros e tabelas do relatório.

O que vai ferver, portanto, é o choque entre narrativa e planilha. O governo entra para defender desempenho, limites e resultados. A oposição entra para perguntar onde está o dinheiro das promessas, e quanto ficou pendurado para 2027.

No final das contas, transparência fiscal não é favor, é dever. Quem governa tem obrigação de mostrar o número inteiro, sem maquiagem, porque orçamento é política com prova material.

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