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INTELIGÊNCIA FINANCEIRA: QUEM TEM DINHEIRO NÃO DIZ QUE TEM, TROCAR DE CARRO POR STATUS É ATITUDE RETROGRADA.
INTELIGÊNCIA FINANCEIRA: QUEM TEM DINHEIRO NÃO DIZ QUE TEM, TROCAR DE CARRO POR STATUS É ATITUDE RETROGRADA.
Por Administrador
Publicado em 23/02/2026 08:27
Inteligência Financeira.
INTELIGÊNCIA FINANCEIRA: QUEM TEM DINHEIRO NÃO DIZ QUE TEM, TROCAR DE CARRO POR STATUS É ATITUDE RETROGRADA.

É inteligência financeira manter um veículo por toda sua vida útil, vistas que são bens duráveis, o carro quitado elimina despesas; custos com financiamento, transação, seguro e IPVA mais em conta, permitindo que o dinheiro seja direcionado para onde trás renda.

Aparentemente a população brasileira despertou essa racionalidade no modo de vida, com inteligência.

Nos últimos anos, a frota de veículos no Brasil tem apresentado um processo claro de envelhecimento, refletindo mudanças econômicas e no mercado automobilístico. Segundo dados compilados pelo Sindipeças, o sindicato que representa fabricantes de autopeças no país, a frota brasileira cresceu em número, mas também ficou mais velha, em 2024, a idade média dos veículos circulantes aumentou de cerca de 8 anos e 1 mês em 2014 para aproximadamente 10 anos e 4 meses, o que representa um crescimento de quase 30 por cento em uma década na idade média dos veículos no país.

Esse fenômeno de envelhecimento se reflete também no segmento de carros de passeio, de acordo com o levantamento mais recente da mesma entidade, a idade média dos automóveis brasileiros ultrapassou 11 anos, indicando que grande parte da frota já está há mais de uma década nas ruas.

Esse aumento na idade média da frota tem sido influenciado por fatores econômicos, como o alto preço dos veículos novos, muitas vezes inacessíveis a parcelas significativas da população, juros elevados e dificuldade de acesso ao crédito, levando os consumidores a optarem por veículos usados ou a manterem seus carros por mais tempo do que no passado.

A tendência de envelhecimento também se confirma quando se observa a distribuição etária dos veículos: de acordo com estudo do Sindipeças, a participação de carros com idades entre 11 e 15 anos praticamente dobrou na última década, enquanto a parcela de veículos mais novos, com até cinco anos, diminuiu significativamente.

Esse cenário não se limita apenas aos carros de passeio, abrange todo o parque veicular.

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